Bartolomeu Queirós
Seu livro, "Vermelho Amargo" (Cosac Naify) foi anunciado nessa noite de segunda-feira, como o melhor livro do ano de 2011 . Bartolomeu morreu em janeiro, aos 67 anos em decorrência de insuficiência renal. Mas mesmo depois da sua ida, continuou ganhando prêmios. Não era casado e não tinha filhos e a premiação, como prevê o regulamento, vai para seus herdeiros legais.
O mineiro Queirós, publicou 40 livros durante sua carreira - com maior dedicação ao
público infanto juvenil, como o que entregou à Cosac Naify quatro dias antes de morrer.
O seu texto poético "Elefante", em que o narrador conversa com seu inconsciente
sobre os limites do amor, deve ser lançado no ano que vem.
Barbara Conti

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